Esquece o Farmville, o Facebook está a lançar uma nova aplicação para videojogos

Num mundo onde os videojogos são mais populares do que os filmes, era apenas uma questão de tempo até que a Rede Social se iniciasse no streaming de vídeo online.

Hoje, o Facebook revelou os seus planos para lançar uma nova aplicação de vídeo topo de gama.

A própria aplicação reúne os vários serviços relacionados com jogos do Facebook, incluindo streaming, a componente social e jogos. Está atualmente disponível no Android e o Facebook confirmou que uma versão do iOS está “em desenvolvimento.

A aplicação é o mais recente esforço do Facebook para competir com o Twitch no mercado de streaming de jogos. Nos últimos meses, a empresa afastou várias streamers do Twitch com contratos exclusivos, incluíndo o top streamer de Hearthstone Jeremy “Disguised Toast” Wang e o antigo #1 mundial profissional de Super Smash Bros., Gonzalo “ZeRo” Barrios.

Em Fevereiro, o Facebook assina ainda um acordo exclusivo de streaming com a famosa lutadora de UFC, Ronda Rousey.

O que vem a seguir?

O que é certo é que esta nova forma de streaming para utilizadores experientes em videojogos no Facebook é uma jogada direta da equipa de Zuckerberg para tentar afastar os espetadores do Twitch. O atual rei do streaming de videojogos é um concorrente de peso, atraindo tanto gerações mais jovens como mais velhas como espetadores.

Para onde vai o Facebook com isto? Quem sabe. O Facebook já tentaram aplicações de namoro e de negócios, com uma sensação de sucesso vacilante, tal como a transmissão de videojogos vai acabar por funcionar num site já invadido de memes. Se alguma coisa resultar disto, vai ser mostrar que os videojogos se estão a tornar numa força ainda maior, e só vão continuar a fazê-lo no futuro.

No entanto, com a quantidade de projectos falhados sob a sua alçada, bem como uma audiência que agora depende mais do perfil do cão da tia do que da sua opinião, será que o Facebook conseguirá convencer os jovens a verem e-Sports no Facebook? O Twitch já é popular. O Youtube também. Não conseguimos ver como é que isto possa realmente funcionar e, se funcionasse, já deveria ter acontecido há anos, quando sites como o Twitter apareceram.

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